A humanidade nas relações trabalhistas são pontos chaves

No dia 30 de Outubro de 2018 o Vamos Subir realizou um evento sobre o futuro do trabalho e as habilidades do futuro com o Líder de RH da Bayer, André Souza, em uma palestra voltada aos jovens, com base no planejamento de carreiras e futuro.

 

André atua há mais de 20 anos como Executivo na área de Recursos Humanos com foco em Gestão de Talentos e Desenvolvimento Organizacional. Atualmente, lidera a área de Gestão de Talentos & Desenvolvimento para a América do Sul na Bayer. Antes disso, atuou em posições regionais e globais na Nokia, Coca-Cola, Monsanto e Newell Brands. Estuda e escreve sobre Inovação e o Futuro das Organizações há mais de 10 anos.

 

 

 

 

André iniciou o bate-papo contando sobre seu início de carreira no Rio de Janeiro – RJ, ele começou em um banco em uma central de atendimento; logo depois teve experiência como empreendendo seu próprio negócio (24-25 anos de idade) e logo após mudou de área migrando para o RH, onde atua até hoje.

 

 

Não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas”.

 

Com base nessa afirmativa logo no começo da conversa, o papo com o André rendeu ótima perguntas e respostas inspiradoras. Os participantes logo no início fizeram perguntas sobre recrutamento, como encarar os medos no início da carreira e tantas outras coisas.

 

  • Melhores canais para ter acesso a vagas de empregos: Em uma tacada só ele nos respondeu as 2 perguntas. Pensando atualmente nos medos que os jovens e até os mais experientes sentem ao se deparar com processos seletivos ou até mesmo uma mudança no curso de sua carreira André explicou: “O processo de recrutamento hoje em dia é o mesmo do que era antigamente, ainda precisamos ter um currículo, enviá-lo para empresa. Nosso comportamento quanto a vaga se mantém igual, temos de esperar a empresa divulgar a vaga. O que mudou? Os canais de recrutamento, como por exemplo o Linkedin.”

 

  • Forma mais eficaz para utilizar o LinkedIn:  “O problema é a forma como as pessoas utilizam o Linkedin. A pessoa entra e vai logo buscar vagas. Você pode fazer isso, mas quantas outras pessoas estão fazendo o mesmo que você?” Comentou André.

 

Existe uma frase de um autor desconhecido que diz: “Sair do protocolo, contornar a mesmice, bancar o voo solo.”

 

Nessa mesma linha de pensamento, André comentou: "Mas como me diferencio dentre tantas pessoas que buscam uma mesma vaga?" Quando escolhemos uma área de atuação, temos uma certa afinidade por ela, quando lemos algo, ou estudamos sobre o assunto, temos um interesse muito maior do que por outras coisas e logo um entendimento maior sobre o assunto. Dessa forma podemos compartilhar e criar conteúdos no Linkedin sobre um determinado assunto que nos interessa e mostrar para aqueles que visitam o nosso perfil esse nosso engajamento.

 

Segundo André, os recrutadores olham hoje muito do que é postado em redes sociais, mais precisamente no Linkedin. Compartilhar pequenos textos, estudos e pensamentos sobre áreas que estudamos ou temos interesse, mesmo que não seja especificamente nossa área de atuação, faz com que nosso perfil seja mais valorizado e demonstra que a captação de conhecimento por nossa parte é constante.

 

“O que você está agregando as pessoas? O que você está dando em troca para empresa? Precisamos sair da passividade, precisamos mostrar qual “produtos nós somos”. Quais foram suas realizações de impacto nos últimos meses? Quem você ajudou? Quais eventos gratuitos você participou?” São ponderações levantadas por André.

 

Muitas vezes a falta de um emprego formal, nos leva há um estado de estagnação, e isso não é bom. Mesmo sem dinheiro para investir em cursos formais, palestras pagas e outros, existem diversos programas e cursos gratuitos. André comenta que em uma eventual entrevista mesmo que com pouca experiência de trabalho, quando apresentamos um cotidiano voltado a pesquisa (internet, livros e até mesmo youtube) temos chances maiores de conseguir a vaga preterida. Não fique parado!

 

Coisas que fazemos e executamos em nosso dia-a-dia contam muito em uma entrevista. Por isso precisamos conseguir ilustrar e exemplificar o que fazemos. Talvez não trabalhemos na área que queremos, porém precisamos estar envolvidos com nosso sonhos e projetos. As vagas serão preenchidas (e já são) por meio de conexões. Se conecte, estude e compartilhe conhecimento.

 

  • Dicas para quem quer mudar de área: “Pergunte para um CEO, o que fez ele chegar até ali e ele te responderá: “Foi na hora que eu descobri quais eram meus reais talentos, e eu consegui um trabalho que conseguia colocar meus talentos em ação.” comenta André.

 

Autoconhecimento é a chave.

 

  • Já parou para pensar que talvez seu trabalho de hoje, não seja o seu emprego dos sonhos?“Estar em um trabalho ou emprego que você pode colocar seus talentos para funcionar é quase um milagre.” Para André, o grande desafio hoje é que o jovem entenda seus talentos e a partir daí consiga entrar ou migrar para uma área onde esses talentos serão melhores aproveitados. Um exemplo é o jogador de futebol Neymar. Qual o talento dele? Jogar bola, fazer gol. Ele faz o que mais gosta, utilizando o talento dele. Ele é atacante, fala pra ele jogar de zagueiro, o que vai acontecer com o Neymar? Apesar de ele estar jogando futebol, a performance dele vai cair! Ele vai treinar direito? Ele vai estar satisfeito?

"Nós estamos jogando na posição correta que nós deveríamos estar jogando?" Pergunta André.

 

“Só saberemos disso com o autoconhecimento. O que difere seu sucesso, é se conhecer. Nós só podemos vender os produtos que conhecemos!!” São afirmações de impacto para que possamos refletir, comentou André.

 

Ainda sobre mudança de área de atuação André afirma que seguir, compartilhar e se conectar com pessoas de destaque dentro da área preterida são passos para o sucesso.

 

  • Como se preparar para a robotização dos atendimentos: “Se o que você faz parece um diagrama que se repete todos os dias, você já é um robô, você só não se deu conta ainda. Um dia vai chegar, e a empresa vai ter de decidir se um robô mecânico é melhor do que um robô humano.” Afirmou André.

 

  • O que eu faço que me difere de um robô: A proatividade e a humanidade nas relações trabalhistas são pontos chaves que nos diferem de robôs mecânicos.

 

 

 

 

Esse é só um apanhado das principais ideias que rolaram em nosso evento.

 

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